01 agosto 2014

JRS

Depois de ter lido o Homem de Constantinopla que me foi oferecido por alguém muito especial, e do qual adorei lei, fiquei com curiosidade de saber a continuação da história. Tive a sorte que os meus amigos Valentim tinham a segunda parte e assim consegui ler o final. A eles o meu muitto obrigada.


Posso-vos ser sincera que só mesmo no final do livro é que me dei conta sobre QUEM é que o escritor se referia e fiquei ainda mais admirada. Uma das coisas que mais admiro nos livros do JRS, para além da forma como ele escreve que captiva o leitor até ao fim, é a realidade que ele inclui em cada livro que escreve. Este segundo livro foi bem mais "pesado" de ler que o primeiro - e com isto quero dizer que tem pormenores que marcam qualquer pessoa sensivel às dores do ser humano... mas o final conseguiu uma lágrima minha. As palavras finais do filho da personagem principal do livro deixaram-me completamente arrepiada e muito sensibilizada. Não foi "mais um livro" que li, antes mais um pedaço da nossa história que aprendi e mais um pedaço de vida que deixou o nosso país/mundo mais "rico" em todos os aspectos.

O livro no fundo revolve à volta da pergunta sobre o que é a beleza. Para saberem a resposta aaconselho-vos MESMO a ler os dois livros. Mas adorei esta frase

"A BELEZA É A COR DE QUE SE PINTA A VERDADE."

1 comentário:

marina maia disse...

Já li os dois, sim concordo com a frase!
beijo